Por João Pedro (*)
De verdade. Conheço bem [de perto] o medo presente na população de algo acontecer com as pessoas que amamos. Tenho um tio [eu não posso dizer quem] que é policial no meio carioca; sei bem o que é a insegurança da nossa família quando ele vai ao trabalho.
Certo dia, chego na casa de minha avó, Fernanda [fictícia, claro], e recebo uma notícia: meu tio levara um tiro. Quando minha mãe, Gabriela [fictícia, claro] soube, desmaiou; meu tio estava no hospital.
- Oh, meu Deus! Ele morreu - disse, assustado meu avô, Dantes [fictício, claro].
Minha avó entrou, logo, em um estado de pânico. Tios e tias chorando pela não confirmada morte do meu tio. Ele deveria estar exercendo a segurança, porém onde estava a segurança dele? O governo não dá isso aos "fazedores da segurança".
Soubemos por fim, que ele tinha machucado um dedo, que mais tarde seria amputado, e, mais tarde recolocado no lugar.
Enfim, ao final dessa história toda, o que eu queria dizer era: a segurança do nosso país é feita pelos Policiais, que são os mais ativos quando o assunto é esse. Porém o governo dá armas, coletes e outras coisas para ajudá-los? O governo deveria comprar mais tecnologias quanto a isso, devia ajudar o policiais.
"João, de onde o governo vai tirar dinheiro para pagar tais tecnologias?"
Eu respondo apenas o seguinte: de onde o governo tira dinheiro para viagens ao exterior para assinar "alianças"? Esse é o dinheiro que de via ser usado na segurança brasileira.
Outra coisa: Sabemos que o gorverno é o chefão. Se ele quisesse, filhinho, ele conseguiria.
Ponto. Fim de papo.
*
Estudante. Tem 12 anos e quer ser cronista. Já morou em Boa Vista e agora reside no Rio de Janeiro.
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