
Esta semana será muito importante não apenas para os Estados Unidos, mas para todo o mundo. Dia 5 o povo americano irá às urnas, com a possibilidade de um negro - e mais: descendente direto de africanos - ser eleito presidente da Nação mais poderosa do mundo. Juro, eu gostaria de ser cidadão americano só por um dia apenas para poder votar em Barack Obama. Não que eu acredite que ele represente a personificação do político puro, honesto sem intenções desconhecidas. Mas pela simples sombologia que a sua eleição terá para o mundo de hoje. A eleição de Obama será a demonstração inequívoca de que a geopolítica do mundo está passando por uma grande transformação. A América Latina - com todas as imperfeições que as democracias latino americanas possam apresentar - tem dado demonstrações de que os ventos sopram numa nova direção. Agora poderá ser a vez do país que governa o mundo, os EUA, demonstrar isso também.
Barack Obama é a favor da retidada dos Estados Unidos do Iraque (ou seja quer por fim à guerra da vergonha), se posiciona favorável ao aborto (assunto tabu na América) e pelo casamento de pessoas do mesmo sexo. É um ativista político nato. Representa inovação, ainda que cabeça e coração de político seja terra que ninguém ande. Mas só a simbologia do que a vitória de um negro representará já vale a expectativa positiva.



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